TEDE Universidade Católica de Santos Programa de Pós-graduação Mestrado em Saúde Coletiva
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dc.creatorSouza, Nádia Alexandre de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6697509094449747pt_BR
dc.contributor.advisor1Pamplona , Ysabely de Aguiar Pontes-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2275491462987576pt_BR
dc.contributor.referee1Martins, Lourdes Conceição-
dc.contributor.referee2Nascimento, Anderson Marcos Vieira do-
dc.date.accessioned2026-10-20T21:43:22Z-
dc.date.available2026-09-28-
dc.date.available2026-10-20T21:43:22Z-
dc.date.issued2026-09-28-
dc.identifier.citationSOUZA, Nádia Alexandre de. Lesões autoprovocadas no Brasil entre 2017 e 2024: perfil sociodemográfico, variação temporal e distribuição regional no contexto da pandemia de COVID-19. 2026. 76 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Católica de Santos, Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Saúde Coletiva, 2026pt_BR
dc.identifier.urihttps://tede.unisantos.br/handle/tede/8137-
dc.description.resumoAs lesões autoprovocadas constituem importante problema de saúde pública, associado a múltiplos determinantes sociais, institucionais e subjetivos. No Brasil, o fortalecimento da vigilância em saúde e a ampliação das políticas de saúde mental contribuíram para maior visibilidade epidemiológica desses eventos, especialmente após a incorporação das violências ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Entretanto, persistem desafios relacionados à subnotificação, às desigualdades regionais e à compreensão da distribuição recente das notificações no país. O presente estudo tem como objetivo analisar o perfil epidemiológico, a variação temporal e a distribuição espacial das lesões autoprovocadas notificadas no Brasil entre 2017 e 2024. Trata-se de estudo epidemiológico descritivo, de abordagem quantitativa, com delineamento ecológico e análise temporal descritiva, utilizando dados secundários do SINAN. Foram incluídas notificações classificadas como lesão autoprovocada no período de 2017 a 2024. As análises compreenderam estatística descritiva, análise temporal e distribuição espacial das notificações segundo sexo, faixa etária, raça/cor, escolaridade e região de residência. Os resultados evidenciaram 1.010.487 notificações de lesões autoprovocadas no período analisado, com predominância do sexo feminino, adultos jovens, indivíduos brancos e pardos, além de maior concentração proporcional das notificações no período pós-pandemia. Observou-se concentração dos registros nas regiões Sudeste e Sul, bem como elevada frequência de episódios ocorridos no ambiente residencial e registros com ocorrência prévia de lesão autoprovocada. Entre os meios de agressão, destacou-se o envenenamento/intoxicação. Os achados apontam para importantes desigualdades sociodemográficas e territoriais na distribuição das lesões autoprovocadas, reforçando a necessidade de fortalecimento das estratégias de vigilância epidemiológica, prevenção e cuidado em saúde mental no âmbito do Sistema Único de Saúde.pt_BR
dc.description.abstractSelf-inflicted injuries constitute an important public health problem associated with multiple social, institutional, and subjective determinants. In Brazil, the strengthening of health surveillance and the expansion of mental health policies contributed to greater epidemiological visibility of these events, especially after the incorporation of violence into the Notifiable Diseases Information System (SINAN). However, challenges related to underreporting, regional inequalities, and the understanding of the recent distribution of notifications in the country still persist. This study aims to analyze the epidemiological profile, temporal variation, and spatial distribution of self-inflicted injuries reported in Brazil between 2017 and 2024. This is a descriptive epidemiological study with a quantitative approach, ecological design, and descriptive temporal analysis, using secondary data obtained from SINAN. Notifications classified as self-inflicted injuries from 2017 to 2024 were included. The analyses comprised descriptive statistics, temporal analysis, and spatial distribution of notifications according to sex, age group, race/color, education level, and region of residence. The results identified 1,010,487 notifications of self-inflicted injuries during the analyzed period, with predominance among females, young adults, White and Brown individuals, and progressive growth of notifications in the post-pandemic period. A higher concentration of records was observed in the Southeast and South regions, as well as a high frequency of events occurring in the household setting and records indicating previous self- inflicted injury. Poisoning/intoxication was the most frequent mechanism of aggression. The findings reveal important sociodemographic and territorial inequalities in the distribution of self- inflicted injuries, reinforcing the need to strengthen epidemiological surveillance, prevention strategies, and mental health care within the Brazilian Unified Health System.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Católica de Santospt_BR
dc.publisher.departmentCentro de Ciências Sociais Aplicadas e Saúdept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsCatólica de Santospt_BR
dc.publisher.programMestrado em Saúde Coletivapt_BR
dc.relation.referencesSOUZA, Nádia Alexandre de. Lesões autoprovocadas no Brasil entre 2017 e 2024: perfil sociodemográfico, variação temporal e distribuição regional no contexto da pandemia de COVID-19. 2026. 76 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Católica de Santos, Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Saúde Coletiva, 2026pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectlesão autoprovocada; vigilância epidemiológica; saúde mental; violência autoprovocada; SINAN; saúde coletivapt_BR
dc.subjectself-inflicted injury; epidemiological surveillance; mental health; Sslf-directed violence; SINAN; Ccllective healthpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
dc.titleLesões autoprovocadas no Brasil entre 2017 e 2024: perfil sociodemográfico, variação temporal e distribuição regional no contexto da pandemia de COVID-19pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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